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	<title>Blog da Inês</title>
	<link>http://blog.viavitis.com.br</link>
	<description>"O mais chato dos chatos é o chato do vinho"</description>
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		<title>Curso Básico de Vinhos, em São Paulo</title>
		<description><![CDATA[Foram três “serenatas” bem passadas na companhia de todos os participantes deste curso, realizado no no Empório Alto dos Pinheiros, em São Paulo. Dias memoráveis que, sem dúvida, ficarão para a história! Na primeira aula, esta turma tão descontraída, que se apresentou timidamente dizendo que apenas gostava de tomar vinho (não sabendo por que razão), teve oportunidade de avaliar devidamente as sensações organolépticas transmitidas pelos vinhos degustados, após explicação dos critérios para apreciação e prova de vinhos. Tendo começado por definir o produto vinho, dando-se início à abordagem dos principais feitos de sua história, influência na sociedade ao longo dos tempos, descrevendo-se o panorama vitivinícola mundial, assim como as tendências internacionais de consumo, em seguida, passamos, então, para a abordagem dos mais diversos conceitos da Análise Sensorial, dando especial relevância para os sentidos utilizados durante a degustação e critérios de avaliação. Tivemos, ainda, a oportunidade de experimentar as habilidades culinárias do Chef José Márcio Cristiniano, que nos presenteou com umas deliciosas bruschetas, torradas capresi e de cogumelos e umas mini kaftas divinais. Na segunda aula, deu-se especial atenção para as diferenças e similaridades entre o “Novo” e o “Velho Mundo”, descrevendo-se, então, as particularidades de cada país constituinte. As principais [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2012/01/20/curso-basico-de-vinhos-em-sao-paulo-5/</link>
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		<title>Obrigatoriedade do selo fiscal? NÃO MAIS!</title>
		<description><![CDATA[Os vinhos nacionais e importados podem ser comercializados dentro do território brasileiro sem o selo de controle da Receita Federal. O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Ari Pargendler, negou o pedido de suspensão de segurança impetrado pela Fazenda Nacional, contra decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Pargendler manteve suspensa a exigência do selo por considerar que não há grave perigo de lesão ao interesse público nem provas de grave lesão à ordem e à economia públicas pela não utilização de selos de controles em vinhos. O selo passou a ser obrigatório para os vinhos por força da IN-RFB nº 1.026/2010, com as alterações da IN-RBF nº 1.065/2010. A Associação Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (Abba) impetrou mandado de segurança preventivo coletivo contra a exigência. O juízo federal de primeiro grau concedeu liminar para suspender a obrigatoriedade do selo. Essa decisão foi suspensa pelo presidente do TRF. Posteriormente veio a sentença no mandado de segurança, confirmando a primeira liminar que declarou o selo ilegal, o que motivou novo recurso da União. Por fim, a Corte Especial do TRF1 manteve a sentença que concedeu segurança à Abba. No pedido de suspensão de segurança [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2012/01/19/obrigatoriedade-do-selo-fiscal-nao-mais/</link>
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		<title>10 dicas para aproveitar um tour enoturístico, por Mateus Valduga</title>
		<description><![CDATA[Vai sair de férias? Que tal um roteiro enoturístico? Neste período de férias, é intenso o movimento de turistas pelas regiões vinícolas do Brasil. Estas regiões recebem muitos visitantes vindos do litoral nesta época. Muitos moradores das grandes cidades litorâneas fogem do stress causado pela superlotação das praias e procuram a calmaria dos vinhedos. O lado bom de ir nesta época para uma região vinícola é ver os vinhedos carregados de uvas em plena fase de maturação e algumas vinícolas já em vinificação. Para quem não sabe a videira cultivada em clima temperado passa por dois grandes ciclos. A fase vegetativa, que vai da primavera até o início do outono, e a fase de repouso, que vai do final do outono ao início da primavera. Não são raras as pessoas que se decepcionam ao chegarem a uma região vinícola em pleno inverno quando se deparam com as videiras “secas”, sem folhas, em estado de repouso hibernal. Para que sua viagem seja bem sucedida, é necessário e útil planejá-la direitinho. Aqui vão algumas dicas para explorar ao máximo sua visita e evitar contratempos: 1- Verifique se as vinícolas que você quer visitar estão abertas no período; 2- Observe os horários de [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2012/01/10/10-dicas-para-aproveitar-um-tour-enoturistico-por-mateus-valduga/</link>
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		<title>Vinhos da Península Ibérica &#8211; provei e recomendo!</title>
		<description><![CDATA[Com o avanço da globalização do comércio vinícola e o exponencial aumento da diversidade de rótulos disponíveis no mercado, a necessidade de informação sobre a qualidade de produtos de outros países também aumentou na mesma proporção, fomentando o tráfego de opiniões de críticos/degustadores de reputação mundial. Na verdade, estas opiniões/notas deverão ser tidas como meros indicativos e não como verdades absolutas, pois o nosso gosto pessoal varia consideravelmente (para não falar das condições e da companhia com a qual os vinhos são degustados). É muito raro manifestar a minha opinião pessoal sobre um ou outro determinado vinho, todavia não posso deixar de falar sobre uns vinhos que provei recentemente e que, realmente, marcaram pela diferença (pena que ainda não estejam disponíveis no mercado brasileiro&#8230; quem sabe, em breve?): Penedo do Barco Tinto Grande Reserva 2007 &#8211; DOC Douro &#8220;Nascido entre muros de xisto, à mão plantados por Durienses anónimos, escultores deste fantástico Douro Património da Humanidade. Este vinho é resultado do micro-clima Duriense, do solo xistoso, das nobres castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca, de muita tradição e paixão. Vinificado em lagares tradicionais, procuramos dar-lhe a qualidade que só as pequenas quantidades garantem plenamente e o [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2012/01/09/vinhos-da-peninsula-iberica-provei-e-recomendo/</link>
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		<title>Importadores vão à Justiça para não adotar obrigatoriedade do selo fiscal</title>
		<description><![CDATA[A crise na Europa e nos Estados Unidos fez com que a oferta de vinhos ficasse acima da demanda, e o Brasil se tornou um dos alvos para desovar os estoques. Aliado a isso, a cotação do dólar durante o ano permitiu aos importadores comprar grandes quantidades de vinhos de qualidade e preço baixo. Agora, a indústria nacional faz lobby para impor medidas protecionistas e favorecer a produção local. O selo fiscal é o resultado. É assim que associações de importadores e supermercadistas descrevem a questão da obrigatoriedade do selo fiscal em todos os vinhos e espumantes vendidos no varejo e no atacado. Abrir o conteiner com mil garrafas, tirar uma por uma da embalagem, selar, esperar secar e empacotar de novo. Para a Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas &#8211; Abba, que representa 130 importadoras de vinho, o trabalho de selagem será penoso, oneroso e não vai evitar a falsificação do vinho. A Abba obteve um mandado de segurança no Tribunal Regional Federal de Brasília que desobriga seus associados de estamparem o selo de controle fiscal em suas mercadorias. E sua presidente-executiva, Raquel Salgado, está disposta a ir até o Supremo Tribunal Federal na disputa. [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2012/01/04/importadores-vao-a-justica-para-nao-adotar-obrigatoriedade-do-selo-fiscal/</link>
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		<title>Vinho &amp; Música, a combinação mais que perfeita!</title>
		<description><![CDATA[Estudos revelam que a música poderá exercer uma ampla gama de influências em ambientes comerciais, assim como melhorar, de certa forma, a produtividade no local de trabalho. Adrian North, psicólogo de Leicester, fez um estudo sobre algumas questões relevantes sobre o efeito que a música exerce sobre o ser humano e obteve resultados verdadeiramente interessantes. North afirma que a música pode influenciar diretamente, dentro de certos limites, a escolha de um determinado produto. Por exemplo, se entrar numa loja de vinhos na qual esteja a tocar uma música francesa, certamente irá optar por comprar um vinho da mesma origem, francês. Outro aspecto interessante, seria um restaurante optar por passar músicas mais velozes, o que faria com que as pessoas comessem bem mais rapidamente. Na verdade, a música poderá influenciar a velocidade com a qual as pessoas realizam alguma atividade, determinar a escolha por um determinado produto, mas não só&#8230; A hipótese da música clássica influenciar toda uma plantação de vinhedos também suscitou uma enorme curiosidade e interesse por parte da Facoltà di Agraria dell’Università di Firenze e da Università di Pisa, Itália, e continua a ser alvo de uma longa pesquisa que teve início a partir das experiências do advogado [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2011/12/09/vinho-musica-a-combinacao-mais-que-perfeita/</link>
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		<title>Curso Básico de Vinhos, em Pinheiros, SP</title>
		<description><![CDATA[Mais um Curso Básico de Vinhos terminou quarta retrasada, no Empório Alto dos Pinheiros, em São Paulo. Foram três serenatas repletas de boa disposição, muito aprendizado e, claro está, sempre bem regadas com o grande néctar. Foram, de fato, três noites maravilhosas e muito bem passadas na companhia de todos os presentes, que desde já agradeço. Na primeira aula, começámos por definir o produto vinho, dando-se início à abordagem dos principais feitos de sua história, influência na sociedade ao longo dos tempos, descrevendo-se o panorama vitivinícola mundial, assim como as tendências internacionais de consumo. Em seguida, foram abordados os mais diversos conceitos da Análise Sensorial, dando especial relevância para os sentidos utilizados durante a degustação e critérios de avaliação. Tivemos, ainda, a oportunidade de experimentar as habilidades culinárias do Chef José Márcio Cristiniano, que nos presenteou com umas deliciosas bruschetas e umas divinais torradas capresi e de cogumelos. Na segunda aula, deu-se especial atenção para as diferenças e similaridades entre o &#8220;Novo&#8221; e o &#8220;Velho Mundo&#8221;, descrevendo-se, então, as particularidades de cada país constituinte. As principais diferenças entre as espécies Vitis foram também descritas, dando-se início à descrição das mais importantes variedades de uva Vitis vinifera – Chardonnay, Sauvignon Blanc, [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2011/11/29/curso-basico-de-vinhos-em-pinheiros-sp/</link>
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		<title>Entendendo o mercado vinícola global, por Mateus Valduga</title>
		<description><![CDATA[No artigo anterior apresentamos alguns números da situação da vitivinicultura no Mundo. Mostramos como o panorama do vinho tem mudado nos últimos 30 anos, devido principalmente ao processo de forte globalização deste período. Este artigo faz uma análise qualitativa a partir de dados quantitativos, e mostra o reflexo destas mudanças para o consumidor. Verificou-se uma inversão da produção e do consumo de vinho dos países tradicionais aos países de consumo não tradicional. Isso tem levado a uma profunda reflexão por parte dos produtores na linguagem adotada e no modo de divulgação, adaptada às pessoas com pouca ou nenhuma familiaridade com o mundo do vinho. A globalização teve um papel fundamental na disseminação do vinho em todos os continentes. Hoje a Ásia é o mercado mais visado pelos exportadores. Além disso, os chineses estão comprando vinícolas mundo afora e estão bebendo Grand crus pelo bico da garrafa sem se importar. A forte crise que afeta a Europa, considerada a pior desde a Segunda Guerra Mundial, aliada à queda no consumo interno de vinho, está afetando muito os viticultores de lá, principalmente os pequenos. Mesmo com a crise, e com excedente de produção a maioria dos vinhos Europeus chega ao mercado brasileiro [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2011/11/23/entendendo-o-mercado-vinicola-global-por-mateus-valduga/</link>
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		<title>Curso de Vinhos para Iniciantes, em Jundiaí</title>
		<description><![CDATA[Semana retrasada terminou mais um curso, realizado no agradável e aconchegante Bistrô Czzare, em Jundiaí, que já deixa muitas saudades. O local, localizado na Rua Professora Raquel Carderelli, nº 263 conta com uma apurada seleção de vinhos e uma infinidade de ofertas gastronômicas, preparadas pelos Chefs Leandro e Davi Jensen, os proprietários, a quem gostaria, desde já, de agradecer. O Curso de Vinhos para Iniciantes – Começando do Zero, realizado dias 27 de Outubro e 03 de Novembro, contou, assim, com um extenso programa, onde foram abordados os mais diversos conceitos vitivinícolas. Na primeira aula, começámos por abordar a definição de vinho, o panorama vitivinícola mundial e os princípos da degustação, dando-se seguimento às suas etapas – aspectos visuais, olfativos e gustativos. Os sabores elementares foram também abordados, assim como a classificação dos aromas do vinho, o serviço do vinho, temperatura, copos de prova, a ordem dos vinhos e a correta abertura de uma garrafa de vinho e de espumantes. Na segunda aula, demos destaque para as variedades de uva internacionais, nomeadamente as clássicas Chardonnay, Sauvignon Blanc, Sémillon, Riesling, Chenin Blanc, Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir e Syrah, culminando com a abordagem das distintas formas de harmonização eno-gastronômica – harmonização [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2011/11/22/curso-de-vinhos-para-iniciantes-em-jundiai-2/</link>
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		<title>Rolhas de cortiça ganham espaço sob os vedantes alternativos</title>
		<description><![CDATA[Durante muito tempo, o setor corticeiro teve que suportar um forte ataque de produtos alternativos, como os vedantes sintéticos e as cápsulas de alumínio, as screw caps (ver artigo &#8220;A Guerra das Rolhas&#8220;), de tal forma que, em 2009/2010, Portugal detinha apenas 65% da quota mundial de produção de rolhas. Todavia, hoje assiste-se ao início de uma recuperação, com vendas que representam um peso de 68% no mercado global de rolhas. Mesmo assim, um desempenho que fica muito aquém do registrado em 1994, quando o país detinha 97% da quota do mercado. De qualquer modo, e depois de mais de uma década de forte crise na indústria corticeira, prenuncia-se um futuro &#8220;seguramente bem mais promissor&#8221;, revelou otimista, o presidente do conselho de administração da Corticeira Amorim, António Rios Amorim. Todavia, Amorim afirma que &#8220;temos ainda de recuperar uma parte da quota perdida para os produtos alternativos, entre 1 e 1,5 biliões de unidades&#8221;, convencido de que este desiderato possa ser atingido em 2012, &#8220;se mantivermos a performance registrada em 2010&#8243;, assim como pelo &#8220;alcance de uma melhor qualidade no fabrico das rolhas&#8221; (ver artigo &#8220;TCA, responsável pelo “gosto a rolha”, está com os dias contados&#8230; será?&#8220;), assinala. Na verdade, desde [...]]]></description>
		<link>http://blog.viavitis.com.br/2011/11/14/rolhas-de-cortica-ganham-espaco-sob-os-vedantes-alternativos/</link>
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