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A revolução contemporânea do bag-in-box
O bag-in-box (BiB), tal como o nome o faz pressupor, aprisiona o vinho em bolsas de plástico alimentar, por regra PET, cobertas por uma folha de alumínio, filme laminado ou transparente de poliéster flexível ou nylon. Estas bolsas, que permanecem invisíveis dentro de uma caixa de cartão, costumam assumir volumes padrão de 2, 3, 5, 6, 10 e 20 litros.
De fato, os grandes formatos são necessários, têm inúmeras vantagens e muitos argumentos a favor.
As vantagens do bag-in-box para o consumidor são evidentes, sobretudo quando pensamos nos custos e nos aspetos práticos:
. O princípio é em tudo semelhante ao princípio técnico das embalagens Tetra-Pak, mas no caso do bag-in-box as bolsas encontram-se convenientemente associadas a uma torneira que permite dosear com precisão o volume de vinho a ser servido. Esta torneira, por sua vez, possui ainda uma válvula de passagem que impede a entrada de ar.
. Como o vinho é embalado em vácuo, a bolsa vai sendo contraída, emagrecendo à medida que o vinho vai sendo consumido. Desta forma o vinho mantém-se sempre fresco, sem sintomas de oxidação, por nunca permanecer em contacto com o oxigénio.
. Após aberto, o vinho poderá ser conservado, em perfeitas condições, num periodo que oscila entre 1 a 2 meses.
São valores inquestionavelmente superiores a qualquer outra embalagem comercial em circulação, pelo que se trata de uma solução especialmente adequada a quem consome vinho de forma ocasional.
. Os custos envolvidos e a facilidade de transporte e arrumação, que são intuitivos, são também bastante inferiores comparativamente aos restantes recipientes de armazenamento.




