Curso de Análise Sensorial - Aprenda a Degustar, em Jundiaí
Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a todos a presença no Curso de Análise Sensorial - Aprenda a Degustar, realizado dias 13 e 20 de agosto, na Di Vino Adega & Empório, Jundiaí. Agradeço, também, o vosso empenho em aprender um pouco mais sobre este mundo maravilhoso, que é o Mundo dos Vinhos! Um muito obrigada a todos!!
No primeiro dia de curso foram introduzidos os princípios gerais da degustação, os fatores que intervêm na acuidade sensorial, as fases da análise sensorial, bem como os sentidos usados durante a apreciação e prova de vinhos. Definiu-se, também, os conceitos de análise sensorial e de limiar de sensação e limiar de percepção.
Já no segundo dia, foram abordados diversos temas, começando pela introdução dos quatro sabores elementares e a sua evolução e equilíbrio na boca. Classificámos os diversos aromas (primários, secundários e terciários) e as respetivas séries aromáticas, com o objetivo de reconhecer os aromas e as sensações que o vinho nos transmite. Colocámos, assim, em prática tudo o que aprendemos anteriormente, usando um recurso que gerou muita expetativa e euforia - a caixa dos 54 aromas Le Nez Du Vin.
Finalmente, foram mencionadas as castas mais representativas e os seus aromas correspondentes.
No final de cada aula tivémos ainda a oportunidade de provar diferentes vinhos, de diversas nacionalidades, entre as quais chilena, argentina, francesa, portuguesa e italiana, para além de, a Chef Milena Biguethi nos presentear a todos com uns belos petiscos.
Agora temos que combinar um dia e irmos todos juntos visitar o Empório da Thaís, em Itupeva, e degustar mais alguns rótulos… para ñ perderem a prática, hem? ;O)
1 comentário »Melhor vinho rosé do mundo é português!

O vinho Casal da Coelheira Rosé 2009 foi considerado como sendo o melhor vinho rosé do mundo, na 16ª edição do Concurso Mundial de Bruxelas deste ano, recebendo o Best Wine Trophy.
Desde o seu início, em 1994, o Concurso Mundial de Bruxelas tem-se afirmado como o concurso de vinhos mais imediático, constituído pelos melhores profissionais internacionais do vinho, reunindo cerca de sete mil produtos provenientes dos quatro cantos do mundo, representando mais de 500 milhões de garrafas comercializadas.
Perante 275 provadores oriundos de 40 países, que apreciaram e votaram 6964 vinhos e espirituosos, Casal da Coelheira Rosé produzido em Abrantes, numa extensão de 64 hectares de vinhas plantadas à beira Tejo, obteve ainda uma das seis Grande Médaille d’Or, fazendo parte do restrito lote do “melhor resultado absoluto” registado em cada uma das categorias.
Feito a partir das castas Touriga Nacional e Syrah, este rosé “sai do conceito leve e refrescante do rosé tradicional”, afirma Nuno Rodrigues, proprietário e enólogo da Quinta do Casal da Coelheira, acrescentando ainda que este rosé apresenta “mais volume, estrutura, um teor alcoólico equivalente aos vinhos tintos (13,5ºC) e uma graduação de açúcar mais elevada do que o habitual”. “É uma fórmula que confere outro volume e estrutura ao vinho rosé e que se apresenta com uma abordagem muito atrativa ao paladar, pelas frutas e aromas”.
Nuno Rodrigues revela ainda que “o segredo do sucesso está na polivalência e na boa conjugação entre solo e clima ambiental, que permite alcançar bons resultados em vários tipos de vinhos.
De fato, os vinhos portugueses estão em destaque mundo a fora, pelo que nestes últimos anos tem havido um maior crescimento das exportações para o Brasil, Angola e Canadá, com aumentos na ordem dos 30% no último ano, afirma Domingos Alves de Sousa, da Independent Winegrouwers Association.
Os vinhos portugueses chegaram ao Brasil com Pedro Álvares Cabral, em 1500. Na verdade, a sua presença não é recente, porém o seu potencial ainda tem que ser explorado. Os brasileiros que bebem vinho hoje começaram a consumir vinhos sul-americanos, que são muito frutados e extremamente fáceis de beber, todavia Portugal dá dez a zero na variedade de castas e regiões, apenas necessitando investir um pouco mais no Brasil, uma vez que a competição é muito grande.

Território vinícola português estará preparado para as tórridas temperaturas que se têm vindo a manifestar?
A propósito do artigo anterior, hoje escrevo com o intuito de questionar a capacidade de adaptação dos diversos vinhedos de Portugal, sobretudo os da Região Demarcada do Douro, para as alterações climáticas. Será que as vinhas estarão preparadas para a subida de temperaturas?
Os cientistas supõem que as temperaturas máximas poderão vir a subir cerca de quatro graus nas próximas décadas, o que numa região como o Douro significará agravar, de modo fatal, o stresse hídrico que já se verifica durante o Verão. Na verdade, o regadio da vinha, que legalmente não é permitido no Douro, está a ser encarado como uma séria hipótese para o futuro, pois ajudaria a compensar a insuficiência de humidade no solo. Porém, os especialistas acreditam que haverá outras técnicas culturais que poderão ser implementadas, como a opção por castas mais resistentes a elevadas temperaturas.
Um regime de calor mais intenso, naturalmente, altera o metabolismo das plantas, induzindo mais fortemente o processo de fotossíntese, que se traduz em uma maior produção de açúcar. Tal fato reflete diretamente no equilíbrio de um vinho. É só lembrar que a fermentação alcoólica implica em uma conversão dos açúcares em álcool, ou seja, estes dois fatores são diretamente correlacionáveis, logo uma concentração de açúcares mais elevada implicará um teor alcoólico mais elevado.
Assim, se nada for feito contra o aquecimento global, parece que teremos que nos reacostumar com os aromas e sabores únicos de alguns vinhos. Contudo, se todos nós contribuirmos para a proteção do nosso planeta, poderemos então ajudar a preservar as características de certos vinhos que tanto estimamos!

Esperemos que um dia não vejamos o nosso querido planeta Terra assim!
Sem comentários »Incêndios poderão afectar a qualidade dos vinhos portugueses
Desde o início do ano que já arderam mais de 68 mil hectares de floresta em Portugal, dos quais cerca de 10 mil se encontram localizados na região do Douro.
Para além das inúmeras consequências socio-culturais que esta catástrofe causará, possivelmente a colheita das uvas deste ano também poderá ser afetada, na medida em que o fumo libertado durante estes catastróficos incêndios poderá afectar a qualidade das uvas.
Fato semelhante também ocorreu na Austrália, em 2003 e na Califórnia, em 2008. Após serem lançados para o mercado, os vinhos destas colheitas tinham marcadamento um aroma a fumaça tão evidente, que alguns consumidores estranharam. Contudo, após estes desvastadores incêndios foram efetuados diversos estudos e pesquisas, que revelam que muitos consumidores não só não se incomodam com o aroma a fumo, como na verdade até gostam.
Resta-nos, então, esperar que os vinhos portugueses, principalmente os da Região Demarcada do Douro, sejam liberados para o mercado para verificarmos se, de fato, os incêndios provocaram algum desvio aromático. Na verdade, este aroma de fumo geralmente não é detectado durante a fermentação dos mostos, pelo que só depois de um certo período de envelhecimento é que se tornará evidente, restando-nos, então, esperar para “matar a curiosidade”!

Curso Básico de Vinhos em São Paulo - Empório Alto dos Pinheiros
Antes demais, gostaria de agradecer a todos os presentes neste último Curso Básico de Vinhos, realizado no Empório Alto dos Pinheiros. De fato, o local escolhido para a realização dos cursos da Viavitis em São Paulo não poderia ser melhor! Para além do ambiente super agradável, os proprietários do espaço, Roberta e Paulo, são pessoas excepcionais, que desde já agradeço pelo fato de disponibilizarem o espaço, a amizade e carinho.
O Empório Alto dos Pinheiros nasceu da ideia de ter um lugar que, ao mesmo tempo, ofereça boas bebidas com refeições deliciosas e saudáveis com custo/benefício excepcional, ambiente agradável e novidades gastronômicas.
Estas três últimas quartas-feiras foram, sem dúvida, bastante divertidas e didáticas, nas quais tive o prazer de conhecer todos os integrantes desta turma fantástica… um muito bem haja a todos! (Tradução = muito obrigada!)

Para além de toda a parte teórica abordada, desde a história e aspectos económicos e sociais até à harmonização eno-gastronômica, tivemos o prazer de comprovar a teoria com a parte prática, degustando inúmeros vinhos, entre os quais:
- Ventisquero Queulat Gran Reserva Chardonnay 2008;
- Sophia;
- Passione 2008;
- Ventisquero Reserva Carmenère 2008;
- Baudron Cabernet Sauvignon 2007;
- Baudron Cabernet Sauvignon 2008; (Foi uma brincadeirinha que fiz, de modo que pudessem diferenciar a safra dos vinhos, lembram?)
- Anubis Malbec (Susana Balbo) 2007;
- Anubis Cabernet Sauvignon 2007;
- Nekeas Tempranillo/Merlot 2008;
- Chianti Clássico Collezione Speciale Da Vinci DOCG 2006;
- Bafarela DOC Douro 2006.
Mas não acaba por aqui! O Chef José Márcio Cristiniano ainda teve a gentileza de nos revelar os seus dotes culinários, nos contemplando com uns petiscos fantásticos nas primeiras duas aulas e na última com um maravilhoso gnocchi temperado com um azeite especial, da “terrinha”, ora pois!

Espero, então, vos vir a reencontrar a todos muito em breve!! “À NOSSA!”

Deixo, também, o meu agradecimento à fotógrafa Lilian Knobel pelo excelente trabalho profissional e por todo o seu desempenho e carinho. Realmente, as fotos não poderiam ter ficado melhor, Lilian!
4 comentários »Variedade vitícola da Região que me viu nascer, o Dão!
Não só apenas eu que o digo (claro está, “puxando um pouco a brasa à minha sardinha”), mas, de fato, a Região do Dão, situada no interior de Portugal, é tida por conceituados críticos estrangeiros como sendo “uma das mais interessantes de todo o mundo”, considerando-a como sendo a “Arca de Noé das castas”.
O jornalista americano Paul White sustenta que não há outra região no mundo que tenha mais castas desconhecidas que o Dão. Por seu turno, o perito inglês Charles Metcalfe destacou a região do Dão como sendo uma das suas preferidas, por causa da acidez que os vinhos revelam, apontando que se tratam de vinhos que se poderão beber de imediato ou até mesmo daqui a 30 anos, concluindo ainda que não há muitas regiões no mundo com vinhos com esta capacidade de longevidade.
Numa alusão à enorme variedade desta região portuguesa, a Região Vitivinícola do Dão é, na verdade, a arca de Noé das castas!
As vinhas são constituídas por uma grande diversidade de castas, entre as quais a Touriga Nacional, Alfrocheiro, Jaen e Tinta Roriz (variedades tintas) e Encruzado, Bical, Cercial, Malvasia Fina e Verdelho (variedades brancas).
Os vinhos tintos são bem encorpados e aromáticos, podendo também ganhar elevada complexidade após envelhecimento em garrafa, já os brancos, por seu turno, são bastantes aromáticos, frutados e extremamente equilibrados.

Fonte da foto: Revista de Vinhos
Sem comentários »Curso Básico de Vinhos em Jundiaí
Mais um Curso Básico de Vinhos passado na Di Vino Adega & Empório que já deixa saudades. Foram, de fato, três noites maravilhosas e muito bem passadas na companhia de todos os presentes, que desde já agradeço a comparência.
Relembrando a primeira aula, começámos por definir o que era o Vinho, abordámos alguns aspectos históricos, a sua importância na sociedade e as tendências internacionais de plantação, produção e consumo. Verificámos, também, as principais diferenças entre Novo e Velho Mundo, entrando no Mundo Vitivinícola de cada país.
Na segunda aula começamos por assistir um vídeo das Regiões Vitivinícolas do Brasil, falámos das diferenças entre a espécie Vitis Vinifera e as demais espécies Vitis, abordámos as variedades de uva internacionais, como as brancas Chardonnay, Sauvignon Blanc e Riesling e as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir e Syrah, entre outras tantas.
O conceito de terroir, bem como as principais limitações para o cultivo da vinha foram, também, abordados. Posteriormente, foram classificados os diversos tipos de vinhos, como frisantes, espumantes, tintos, brancos, rosés e os demais vinhos de sobremesa (fortificados e licorosos), explicando-se também os seus diversos processos de vinificação e estabilização. Finalmente, as principais diferenças entre os processos de amadurecimento e envelhecimento (madeira vs. garrafa), que o vinho sofre ao longo do tempo, foram desvendadas.
Já na terceira e última aula começámos por discutir os princípios de degustação, os sentidos utilizados na Análise Sensorial, os critérios para apreciação e prova de vinhos, bem como os sabores elementares, procedendo-se também à classificação dos aromas do vinho.
Outros capítulos abordados neste curso foram a guerra das rolhas (cortiça vs. sintética), o serviço do vinho (acessórios, temperatura e decantação), a interpretação do rótulo e contra-rótulo e armazenamento e guarda (condições ideais para a conservação do vinho). Finalmente, foram abordadas algumas noções de harmonização eno-gastronómicas.
Após cada aula de curso foram degustados diversos vinhos, de modo a serem avaliados os seus perfis organolépticos, com a ajuda das fichas de prova e critérios de avaliação distribuidos:
- Carmen Sauvignon Blanc;
- Tília Malbec;
- Majolica Montepulciano D’Abruzzo;
- Torreon de Paredes Reserva Carmenère;
- Picció Syrah;
- Majolica Trebbiano D’Abruzzo;
- Veo Grande Reserve Cabernet Sauvignon;
- Finca La Martina Torrontés;
- Torreon de Paredes Reserva Chardonnay;
- Scià Sangiovese;
- Lolita Novello - Montepulciano;
- Coste Delle Plaie Montepulciano Cerasuolo.
Espero que tenham gostado! “À NOSSA!”
5 comentários »Brasil, o país do Merlot
Já é certo e sabido que os espumantes brasileiros têm vindo a marcar presença mundo a fora, porém os vinhos tintos deste país tropical também começam a merecer destaque, sobretudo os que são elaborados com a casta Merlot.
Recentemente, onze países produtores desta variedade defrontaram-se num dos mais conceituados concursos de vinho do mundo, o International Wine Challenge, realizado em Londres. Sob o aval de 40 juízes, oito vinhos brasileiros da variedade Merlot obtiveram uma pontuação que os colocou entre os dez melhores do mundo, superando famosos rótulos do Velho e Novo Mundo. Foram eles, por ordem alfabética:
- Cavalieri Pecato Merlot Reserva 2005;
- Don Laurindo Merlot Reserva 2005;
- Larentis Merlot Reserva Especial 2004;
- Michelle Carraro Merlot 2005;
- Milantino Merlot Reserva 2004;
- Miolo Merlot Terroir 2005;
- Pizzato Single Vineyard Merlot 2005;
- Vallontano Merlot Reserva 2005.
Para melhor compreensão da metodologia utilizada nesta prova, dever-se-á, no entanto, definir diversos parâmetros.
Primeiramente, é necessário diferenciar o vinho do tipo varietal, no qual 85% das uvas desse mesmo vinho deverão pertencer a uma casta apenas (neste caso Merlot). Para além deste fato e de modo que a comparação fosse justa, todas as amostras em avaliação foram delimitadas a um valor de no máximo R$45, correspondente ao preço de custo do importador.
Feitas as ressalvas, todavia ainda persiste uma questão… o que explica o êxito do Merlot brasileiro?
De fato, a Merlot, por ter um ciclo vegetativo mais curto, i.e., amadurece mais cedo, adaptou-se muito bem ao terroir de Vale dos Vinhedos, correndo assim menos riscos associados às chuvas no final do periodo de maturação, permitindo que seja colhida no seu apogeu, no seu ponto ideal de maturação. Nestas condições, produz um vinho de sabor macio e frutado.

“ATM Machines” para Vinhos
Recentemente foram instaladas, nos EUA, diversas máquinas “self-service” de vinhos (Pronto - Fine Wines & Good Spirits), com o intuito de dar uma maior comodidade aos consumidores americanos.
Porém, todo este processo encontra-se dentro das rígidas leis que vigoram nos Estados Unidos, no sentido em que a venda apenas será liberada para maiores de 21 anos. Todas as pessoas que queiram comprar vinho nestas máquinas terão, deste modo, que apresentar a sua carteira de identidade, bem como se submeter a um sensor, que medirá se a pessoa em questão já se encontra sob efeito de álcool. Caso se encontre “dentro dos padrões” poderá, então, inserir dinheiro ou o seu cartão de crédito na máquina e assim obter o vinho da sua preferência, disponível neste tipo de máquinas.
Só mesmo os americanos para surgirem com uma ideia destas, hem? ;O)
Sem comentários »Curso Básico de Vinhos em Campinas
Após esta tão grande ausência, vos escrevo para agradecer a vossa presença no primeiro Curso Básico de Vinhos organizado pela Viavitis, realizado em Campinas, no Armazém Gourmet.
Como sabem estive todo este passado mês de férias na “terrinha” e, como as saudades eram tantas nem deu tempo para vos escrever. Mas como diz o velho ditado, “mais vale tarde do que nunca”, certo?
O Curso, realizado nos três últimos sábados do mês de maio, foi sem dúvida bastante marcante, tanto pelo fato do ambiente gerado, assim como pela dinâmica do grupo.
Começámos por esclarecer o que, de fato, é o vinho e os seus aspectos históricos e sociais, passando pela análise do panorama vitivinícola mundial e tendências internacionais de consumo. Descrevemos o Novo e Velho Mundo, dando ênfase aos países tradicionalmente vitícolas, a velha Europa, bem como aos países que nestes últimos anos se têm vindo a destacar, como é o caso do Chile, Argentina, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e até mesmo o Brasil.
Em seguida, passámos a descrever as diferenças entre as diversas espécies de uvas, assim como as principais variedades Vitis Vinifera existentes em todo o mundo. Definimos, também, o conceito de terroir e as principais limitações para o cultivo da vinha. Classificámos os diversos tipos de vinhos, bem como o seu processo de vinificação e estabilização, diferenciando os processos de amadurecimento e envelhecimento (madeira vs. garrafa) que o vinho se encontra sujeito.
Finalmente, na última aula, abordámos os princípios da degustação, os sentidos utilizados na análise sensorial e os critérios para apreciação e prova de vinhos. Definimos os quatro sabores elementares e classificámos os diversos aromas do vinho, com a ajuda da Caixa Le Nez du Vin, composta por 54 aromas primários, secundários e terciários.

Debatemos, ainda, o tema “A Guerra das Rolhas - Rolha de cortiça vs. Rolha sintética”, dando-se, também, destaque ao serviço do vinho, interpretação do rótulo e contra-rótulo, ao armazenamento e guarda e à harmonização eno-gastronômica.
No final de cada aula tivémos ainda a oportunidade de provar diferentes vinhos, de diversas nacionalidades, entre as quais chilena, argentina, francesa, portuguesa e italiana, para além de, no último dia o proprietário do espaço nos presentear a todos com um belo risoto.
À nossa!! Espero vos reencontrar a todos muito em breve, principalmente aos “faltantes” da última aula! Rsrsrs
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